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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Custo Alto Para Manter Fornecimento

NOTICÍAS 
Custo alto para manter fornecimento

Gasto com taxas mínimas pode passar de R$ 100 por mês Quem fica com o apartamento fechado por mais de um mês e não pede a suspensão dos serviços de telefone, água, luz e gás pode ter um gasto mensal que ultrapassa os cem reais. Assim como as empresas de telefonia fixa, outras concessionárias de serviços públicos também cobram taxas mínimas de quem não pede o desligamento. No Rio, as mais salgadas são as das concessionárias de energia, que podem chegar a R$ 45 mensais, 18,75% do salário-mínimo. A taxa mínima de R$ 45 é cobrada pela Cerj dos clientes que utilizam o sistema trifásico. Para os bifásicos, o custo mensal é de R$ 25 e para os monofásicos, R$ 12. A Light cobra as taxas mínimas de R$ 9,27 (monofásico), R$ 15,46 (bifásico) e R$ 37,79 (trifásico). Já para o cliente da CEG manter o serviço disponível é preciso desembolsar mensalmente R$ 15,89, no caso de fornecimento de gás manufaturado, e R$ 13,85, para gás natural. Pela manutenção do serviço de água e esgoto, a Cedae cobra quatro valores mínimos diferentes: tarifa A (zonas Sul e Norte do município do Rio) com esgoto (R$ 17,13); tarifa A sem esgoto (R$ 16,46); tarifa B (Baixada Fluminense, interior do estado e Zona Oeste do município do Rio) com esgoto (R$ 15,02); tarifa B sem esgoto (R$ 14,43). As empresas alegam que a taxa mínima corresponde ao custo de manter o serviço disponível para o consumidor. Algumas sugerem que se peça a suspensão do fornecimento. Mas, com exceção da Light, todas cobram uma taxa para restabelecer o serviço. Só que nem sempre cumprem os prazos fixados por lei para restabelecer o fornecimento. A Cerj cobra R$ 3,10 (monofásico), R$ 4 (bifásico) e R$ 12,47 (trifásico). A CEG cobra R$ 50, e a Cedae, de R$ 20 (bloqueio feito com lacre) a R$ 412 (bloqueio que envolve obra na tubulação). Fonte: Jornal O Globo

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